O governo egípcio anunciou a privatização da operação de 11 aeroportos, incluindo destinos turísticos estratégicos como Sharm El Sheikh, Luxor e Aswan, como parte de uma estratégia para melhorar a infraestrutura e atrair mais investimentos para o setor aéreo. A iniciativa será implementada em parceria com a International Finance Corporation (IFC), vinculado ao Banco Mundial.
- Leitura: 2 minutos
O governo egípcio anunciou a privatização da operação de 11 aeroportos, incluindo destinos turísticos estratégicos como Sharm El Sheikh, Luxor e Aswan, como parte de uma estratégia para melhorar a infraestrutura e atrair mais investimentos para o setor aéreo. A iniciativa será implementada em parceria com a International Finance Corporation (IFC), vinculado ao Banco Mundial. Confira!

Como ocorrerá a privatização?
A medida será viabilizada por meio de uma parceria com o International Finance Corporation (IFC), ligado ao Banco Mundial e especializado em investimentos privados. O modelo adotado prevê que empresas privadas assumam a operação e manutenção dos aeroportos, enquanto o governo permanece com o controle da infraestrutura. O primeiro a ser concedido será o Aeroporto Internacional de Hurghada, no Mar Vermelho – segundo aeroporto mais movimentado do Egito.
Esse processo deve levar cerca de 20 meses e será dividido em duas etapas: um estudo técnico-jurídico e, em seguida, o lançamento dos editais para concessão. O objetivo é aplicar modelos já adotados em outros países que passaram por processos semelhantes, como Brasil e Turquia.
A expectativa é que a privatização resulte em maior qualidade nos serviços prestados (check-in, embarque e área comercial, por exemplo), infraestrutura mais moderna, mais voos e novas companhias operando no país.
Comentário
O governo egípcio está apostando no setor aéreo como uma forma de crescimento do turismo e da economia. Ao atrair operadores experientes e aplicar modelos internacionais de concessão, o país pode transformar sua malha aeroportuária através de novos investidores e, até mesmo, um ponto de conexão entre Europa, África e Oriente Médio.
Qual sua opinião sobre o assunto?